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Diversidade de fungos endofíticos de Aspilia grazielae (Santos) Asteraceae: uma espécie endêmica do Mato Grosso do Sul
Protocolo do SIGProj:   222034.1005.246277.30122015
De:02/12/2015  à  02/12/2019
 
Coordenador-Extensionista
  Carlos Eduardo Weirich
Instituição
  UFMS - Universidade Federal de Mato Grosso do Sul
Unidade Geral
  CCBS - Centro de Ciências Biológicas e da Saúde
Unidade de Origem
  PPGEC - Aluno(a) do Programa de Pós-Graduação em Ecologia e Conservação
Resumo da Ação de Extensão
  Aspilia grazielae Santos, é nativa e endêmica das Morrarias do Maciço do Urucum, Corumbá (MS), onde encontramos uma das maiores jazidas de ferro e manganês da América Latina. Foi observado que está espécie consegue germinar em condições consideradas altamente estressantes para a maioria das espécies vegetais, em áreas com altas concentrações de manganês. Fungos endofíticos são conhecidos por desempenhar funções importantes no aumento do fitness das plantas hospedeiras, aumentando sua resistência a fatores bióticos e abióticos, em uma relação simbiótica. O objetivo deste projeto é isolar e identificar os fungos endofíticos das folhas e raízes de Aspilia grazielae presentes em duas áreas distintas do Morro do Urucum: mata nativa e em áreas degradadas. Pretende-se avaliar a biodiversidade dos fungos endofíticos isolados de indivíduos das duas áreas com a finalidade de comparar a riqueza de espécies em ambas as situações. Além disso, pretende-se determinar a concentração de manganês nos tecidos desta espécie e testar a capacidade dos fungos em se desenvolver in vitro em altas concentrações de manganês. Desta forma pretendemos testar as hipóteses de que a diversidade de fungos endofíticos é maior nos indivíduos de A. grazielae encontrados na mata nativa; de que as concentrações de ferro e manganês são mais altas nos indivíduos de A.grazielae coletados nas áreas de recuperação e o número de gêneros e linhagens de fungos endofíticos resistentes a altas concentrações de manganês é maior nas áreas degradadas e que os fungos endofíticos desempenham um papel importante na resistência de A.grazielae a altas concentrações de manganês.
Palavras-chave
   Biorremediação, Biodiversidade, Manganês
Público-Alvo
  
Situação
  Atividade EM ANDAMENTO
Contato
  
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