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MITOS E CORES NA FRONTEIRA-SUL: desarquivando memórias indígenas silenciadas pela colonialidade
Protocolo do SIGProj:   221871.1005.222056.21122015
De:08/08/2014  à  30/08/2016
 
Coordenador-Extensionista
  Daniela Correa Nachif
Instituição
  UFMS - Universidade Federal de Mato Grosso do Sul
Unidade Geral
  CCHS - Centro de Ciências Humanas e Sociais
Unidade de Origem
  PGEL/CCHS - Aluno(a) do Programa de Pós-Graduação em Estudos de Linguagens
Resumo da Ação de Extensão
  Esta pesquisa visa, por meio de uma opção descolonial (MIGNOLO, 2008), contar as histórias locais da fronteira sul, desobedecendo a epistemologia hegemônica imposta pelo moderno projeto colonial, que permite deslocar a narrativa do Primeiro para o Terceiro Mundo (MIGNOLO; 2003). Assentada nos postulados da crítica biográfica (SOUZA, 2002) pós-colonial (NOLASCO, 2013) farei uma leitura das telas da fase “Mitos e cores” do pintor e escultor ameríndio Ilton Silva, uma história local, baseada na epistemologia fronteiriça e atravessada pelo momento político da Ditadura Militar. A partir dos conceitos de lócus e de bios, estabeleço uma relação entre a produção artística do sujeito indígena, considerado subalterno, e a teorização bárbara (MIGNOLO, 2003), uma prática descolonial vista como uma desobediência epistêmica que emerge da exterioridade do sistema colonial moderno. A pesquisa está dividida em três capítulos: Mitos e Cores da Fronteira-Sul; Desarquivando Memórias e Mitos, narrando as cores da fronteira; Arte Subalterna e Política Fronteiriça.
Palavras-chave
   Crítica biográfica, Pós-colonial, Ilton Silva, Descolonial
Público-Alvo
  
Situação
  Atividade COM RELATORIO FINAL
Contato
  
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