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Liga Acadêmica de Tireoide - LAT (Cópia) 09-11-2015
Protocolo do SIGProj:   217766.946.79565.10112015
De:31/12/2015  à  31/12/2016
 
Coordenador-Extensionista
  Silvia Cristina Figueira Olinto
Instituição
  UFGD - Universidade Federal da Grande Dourados
Unidade Geral
  FCS - Faculdade de Ciências Médicas e da Saúde
Unidade de Origem
  Nut - Nutrição
Resumo da Ação de Extensão
  A tireóide produz dois hormônios (T3 e T4) que interferem no metabolismo geral do nosso organismo. A glândula pode desenvolver dois principais distúrbios chamados de Hipertireoidismo (produção excessiva de hormônio tireoidiano) e Hipotireodismo (deficiência na produção de hormônio tireoidiano), doenças que tem atingido grande parte da população e possuem maior incidência em mulheres do que homens. Além dos distúrbios citados, podemos observar também os carcinomas da glândula, os quais representam as neoplasias observadas no tecido epitelial com imensa variação de comportamento biológico. Quando a glândula funciona de maneira inadequada podemos observar inúmeras manifestações que podem culminar, se não tratadas adequadamente, em sequelas irreversíveis como o retardo mental no caso do hipotireoidismo congênito, uma doença diagnosticada no exame conhecido como teste do pezinho. Outros fatores também podem influenciar no funcionamento da glândula, além dos classicamente conhecidos (hereditariedade e auto-imunidade). Estudos recentes demonstram uma possível relação entre consumo de alimentos, origem da água, do sal e uso de agrotóxicos com câncer na tireoide. Mediante ao fato que não existem estudos na região do município de Dourados que investiguem esses aspectos, o presente projeto tem como objetivo propagar conhecimentos comunidades rurais a cerca do funcionamento normal e patológico da glândula, além de estudar a correlação alimentos/ agrotóxicos nas comunidades, destacando a importância do iodo na alimentação para a formação dos hormônios tireoideanos, bem como a importância da realização do teste do pezinho como diagnóstico do hipotireoidismo congênito.
Palavras-chave
   Educação, Comunidade rural, Tireoide, patologia, fatores de risco
Público-Alvo
  Comunidade rural do município de Dourados.
Situação
  Atividade COM RELATORIO FINAL
Contato
   Silvia Cristina Figueira Olinto (silviafigueira@ufgd.edu.br)
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