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AS FIBRAS GELATINOSAS EM PLANTAS TÊM VALOR ADAPTATIVO?
Protocolo do SIGProj:   205703.1005.211083.23042015
De:31/03/2014  à  30/03/2016
 
Coordenador-Extensionista
  Tayeme Cristina Piva
Instituição
  UFMS - Universidade Federal de Mato Grosso do Sul
Unidade Geral
  CCBS - Centro de Ciências Biológicas e da Saúde
Unidade de Origem
  PPGBV - Aluno(a) do Programa de Pós-Graduação em Biologia Vegetal
Resumo da Ação de Extensão
  Resumo As fibras gelatinosas - estruturas frequentemente vivas e ricas em alfa-celulose -, apresentam paredes celulares espessas, pouca ou nenhuma lignina, depositada na parede secundária. São comumente encontradas em caules ou tecidos de torção (lenho de reação), contudo, ocorrem em sistemas subterrâneos ou em outros órgãos que não possuem lenho de torção. Estas fibras têm a capacidade de absorver e armazenar água, sendo comum encontrá-las em espécies de ambientes xéricos. Sua função refere-se, além da reserva de água, ao estresse tensional dentro dos órgãos adultos permitindo o movimento e reforçando a estrutura e estabilidade do órgão. São encontradas nas mais diversas famílias e ordens, independente das correlações filogenéticas, podendo estar relacionada às características funcionais da espécie. Contudo, acredita-se que espécies de distintos hábitats possuem a camada-G das fibras gelatinosas com composição, estrutura e ultraestrutura distintas. O material será coletado no Pantanal e no Chaco (Porto Mortinho/MS) e será feito o processamento do material através técnicas usais em anatomia vegetal e de ultraestrutura, para análises e documentação. O objetivo deste trabalho é explorar o valor adaptativo desta estrutura em espécies com necessidades hídricas variáveis, por meio de análises morfológicas, anatômicas e ultra-estruturais.
Palavras-chave
   Camada gelatinosa, lignina, xerófito, ultra-estrutura
Público-Alvo
  
Situação
  Atividade COM RELATORIO FINAL
Contato
  
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