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O TRABALHO NAS “MURALHAS”: ESTUDO SOBRE OS PROCESSOS IDENTITÁRIOS DO AGENTE DE ESCOLTA E VIGILÂNCIA DO ESTADO DE SÃO PAULO
Protocolo do SIGProj:   191005.847.220707.24112014
De:28/02/2014  à  29/12/2015
 
Coordenador-Extensionista
  Evelyn Yamashita Biasi
Instituição
  UFMS - Universidade Federal de Mato Grosso do Sul
Unidade Geral
  CPTL - Câmpus de Três Lagoas
Unidade de Origem
  PPGL - Programa de Pós-Graduação em Letras
Resumo da Ação de Extensão
  Este projeto visa um estudo sobre os processos identitários dos AEVPs de SP. A proposta justifica-se a partir do pressuposto de que o trabalho nas muralhas carrega características de invisibilidade que contribuem para a exclusão social e consequentemente para a constituição da identidade desse trabalhador. Para Dejours (2011), o trabalho possibilita a construção da identidade e da saúde mental a partir do reconhecimento do outro, assim como pode ser fonte de descompensação psíquica e somática do sujeito por meio da exclusão do sujeito ao coletivo. Torna-se relevante investigar como as formas de invisibilidade do trabalho influenciam na formação dos processos identitários desse trabalhador; analisar as formas de reconhecimento no trabalho e as representações do trabalhador frente ao ideário da sociedade, dos internos e dos pares; as relações ideológicas e de saber-poder presentes nas relações de trabalho e as possíveis resistências desenvolvidas pelos trabalhadores. O método utilizado será o foucaultiano arquegenealógico (FOUCAULT, 1987; 1988) e a coleta do córpus será realizada por meio de entrevista semi-estruturada (MINAYO, 2000). A base teórica será fundamentada na Análise do Discurso de linha francesa (ORLANDI, 2001); nas relações de poder (FOUCAULT, 1991; 2009) e dos processos de reconhecimento no/pelo trabalho (DEJOURS, 1992; 1999; 2011).
Palavras-chave
   Análise do Discurso, Processos Identitários, Trabalhador de Muralha
Público-Alvo
  
Situação
  Atividade COM RELATORIO FINAL
Contato
  
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