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ADOLESCENTES, TRABALHO E EDUCAÇÃO: perspectivas históricas e educacionais da lei da aprendizagem
Protocolo do SIGProj:   189187.847.5419.28102014
De:29/11/2014  à  29/08/2016
 
Coordenador-Extensionista
  Alessandro Marcon da Silva
Instituição
  UFMS - Universidade Federal de Mato Grosso do Sul
Unidade Geral
  CCHS - Centro de Ciências Humanas e Sociais
Unidade de Origem
  PGE/CCHS - Aluno(a) do Programa de Pós-Graduação em Educação
Resumo da Ação de Extensão
  Segundo o Estatuto da Criança e Adolescente, a única condição em que menores de 18 anos de idade podem trabalhar é em caráter de aprendiz. Esta aprendizagem deve atender a formação técnico-profissional, ministrada sob as diretrizes e bases da legislação educacional em vigor e o trabalho educativo deve ter como alicerce um programa social que fique sob a responsabilidade de uma entidade governamental ou não governamental, sem fins lucrativos. As políticas públicas educacionais envoltas no processo de formação dos aprendizes sancionam a aprendizagem com base nos interesses hegemônicos do Estado e dos organismos reguladores da educação e do trabalho. Isso nos leva a questionar quais seriam os interesses, vantagens e baixas apresentadas pelas partes envolvidas no oferecimento de emprego ao adolescente aprendiz. Com isso, temos como objetivo investigar um programa de aprendizagem oferecido por uma entidade não governamental de Campo Grande/MS para a formação de aprendizes conforme a legislação brasileira. Utilizaremos o estudo de caso como estratégia de pesquisa e iremos a campo para analisar o histórico e o projeto oficial do programa proposto pela instituição formadora, entrevistar o coordenador do programa de aprendizagem e aplicar um questionário aos adolescentes aprendizes que participam dos cursos e aos que já estão admitidos em postos de trabalho por já os terem concluídos.
Palavras-chave
   Aprendizagem, adolescentes, trabalho e educação
Público-Alvo
  
Situação
  Atividade COM RELATORIO FINAL
Contato
  
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