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A PERCEPÇÃO CARNAVALESCA DO MUNDO: UMA LEITURA DA PEÇA LISBELA E O PRISIONEIRO
Protocolo do SIGProj:   189024.847.219007.24102014
De:23/10/2014  à  31/05/2016
 
Coordenador-Extensionista
  Fabrícia Aparecida Lopes de Oliveira Rocha
Instituição
  UFMS - Universidade Federal de Mato Grosso do Sul
Unidade Geral
  CPTL - Câmpus de Três Lagoas
Unidade de Origem
  PPGL - Programa de Pós-Graduação em Letras
Resumo da Ação de Extensão
  Este projeto tem como objetivo demonstrar de que maneira o autor Osman Lins utiliza elementos da percepção carnavalesca do mundo para criar uma inversão crítica das formas tradicionais de poder na peça Lisbela e o Prisioneiro (2003). Por meio de um tom cômico, ele brinca com as convenções sociais estabelecidas, renovando-as no enredo, evidenciando assim, um “mundo às avessas”, mais tolerante, enraizado nas expressões populares. No universo ficcional construído pelo autor, a dura, chata e séria realidade cheia de regras impostas pelos tipos ficcionais mais fortes foram neutralizadas, ou melhor, o medo de punição foi abolido e, com isso, todo desejo de liberdade dos personagens oprimidos pode se concretizar nessa segunda vida mais risonha e libertária, proporcionada pelos elementos de carnavalização presentes na obra. Diante dessas características, na busca por ampliar as interpretações da peça, o texto será lido à luz do conceito da carnavalização na literatura (Bakhtin, 1999). Também nos apoiaremos nos estudos do personagem de ficção teatral (Candido, 1972 e Pallottini, 1989), a fim de entender o simbolismo em torno da construção dos seres ficcionais. A partir do resultado, desejamos aprofundar a fortuna crítica do autor e assim contribuir com o campo dos estudos literários
Palavras-chave
   Carnavalização, Osman Lins e Texto dramático.
Público-Alvo
  
Situação
  Atividade COM RELATORIO FINAL
Contato
  
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