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A Memória e o Esquecimento de um Revolucionário: Antonio Carlos Ribeiro de Andrada na Cultura Histórica Republicana (1926 - 1934)
Protocolo do SIGProj:   180291.847.207437.02062014
De:14/06/2014  à  29/11/2017
 
Coordenador-Extensionista
  Danyllo Di Giorgio Martins da Mota
Instituição
  UFMS - Universidade Federal de Mato Grosso do Sul
Unidade Geral
  CPCX - Câmpus de Coxim
Unidade de Origem
  GAB/CPCX - Gabinete do Diretor
Resumo da Ação de Extensão
  Analisando os debates historiográficos relacionados à Revolução de 1930 verificamos o papel de destaque exercido por Antonio Carlos Ribeiro de Andrada neste processo. Contudo, percebe-se um esquecimento deste personagem para além do fato dele ser indicado na historiografia como o arquiteto do processo revolucionário. Comparando os discursos sobre a Revolução e a presença deste personagem político neste processo, buscamos identificar os elementos de construção de memória de Antonio Carlos sobre sua atuação política. Como ocorre com outros agentes políticos do período, Antonio Carlos teve uma atuação destacada nas articulações que levaram à Revolução de 1930, mas tem a memória sobre sua ação política solapada após o processo revolucionário, sobretudo pela centralidade exercida por Getúlio Vargas. Nosso objetivo é discutir por que ocorre um esquecimento sobre Antonio Carlos na cultura histórica a despeito dele ser indicado como um dos articuladores da Revolução e como ele busca construir uma memória pessoal por meio das cartas e dos discursos políticos. Essas questões serão o fio condutor de nossa investigação sobre a construção da memória e do esquecimento sobre a atuação política de Antonio Carlos durante a Revolução de 1930.
Palavras-chave
   Memória, Esquecimento, Cultura História, Antonio Carlos Ribeiro de Andrada, Revolução de 1930
Público-Alvo
  
Situação
  Atividade CONCLUÍDA
Contato
  
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