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Respostas da ética da autenticidade ao estado de exceção (Cópia) 31-03-2014
Protocolo do SIGProj:   176314.801.123272.31032014
De:31/05/2014  à  27/04/2015
 
Coordenador-Extensionista
  Rogerio Foschiera
Instituição
  IFRS - Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia do Rio Grande do Sul
Unidade Geral
  Feliz - Câmpus Feliz - Pesquisa
Unidade de Origem
  P&I - Pesquisa e Inovação
Resumo da Ação de Extensão
  A presente pesquisa busca sua fundamentação na filosofia de Charles Taylor. Analisa o sentido da cultura da autenticidade, como momento histórico que vivemos e que prima pelo subjetivo, o pessoal e a auto-realização. Já a ética da autenticidade encaminha um processo hermenêutico de entendimento das raízes ontológicas e morais da modernidade e que configuram o momento atual. A partir desse entendimento a pesquisa se pergunta: podemos considerar a 'autenticidade' um paradigma da vida social contemporânea? Para o entendimento da autenticidade em Charles Taylor utilizaremos as seguintes obras: 'As fontes do self ' (1997), 'Argumentos filosóficos' (2000) e 'Uma era secular' (2010). E nesse movimento passamos a investigar a filosofia de Giorgio Agamben, particularmente os conceitos de 'estado de exceção' e 'vida nua', com o seguinte problema: 'Estado de exceção' e 'vida nua' são, realmente, paradigma da política contemporânea, como quer Agamben? Para investigar esta última questão vamos nos ater às seguintes obras de Agamben: 'Infância e sociedade' (2001), 'O estado de exceção' (2007), 'O que é o contemporâneo e outros ensaios' (2009), 'O reino e a glória' (2011) e 'O homem sem conteúdo' (2012). Essas duas vertentes vão ser unificada no terceiro problema: Seria a ética da autenticidade de Charles Taylor, uma resposta ao estado de exceção de Giorgio Agamben?
Palavras-chave
   Autenticidade, estado de exceção, vida nua, contemporaneidade, política
Público-Alvo
  
Situação
  Atividade COM RELATORIO FINAL
Contato
  
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