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O LIVRE-ARBÍTRIO E A POSSIBILIDADE DA INTELIGÊNCIA ARTIFICIAL FORTE EM JOHN R. SEARLE
Protocolo do SIGProj:   169455.822.75611.28032014
De:27/03/2014  à  27/02/2015
 
Coordenador-Extensionista
  Daniel Pires Nunes
Instituição
  IFRS - Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia do Rio Grande do Sul
Unidade Geral
  Erechim - Câmpus Erechim - Pesquisa
Unidade de Origem
  P&I - Pesquisa e Inovação
Resumo da Ação de Extensão
  Será que organizações de matéria, exclusivamente, dependendo de sua complexidade e especificidade, são capazes de pensar? Ou ainda, será que computadores programados de forma adequada têm mentes no mesmo sentido que os humanos as têm? Dependendo da resposta a tal pergunta, haveria como compatibilizar a tese determinista de que as ações são determinadas por estados físicos causais suficientes com a do livre-arbítrio que defende que algumas ações não são? Qual seria o status ontológico do livre-arbítrio? É então possível criar artificialmente (inorganicamente) seres capazes de livre-arbítrio? Este projeto pretende, portanto, contrapôr as posições funcionalistas, as fisicalistas e a de Searle sobre a possibilidade ou não do livre-arbítrio, tentando contribuir esta discussão de modo que os argumentos de Searle possam ser melhor avaliados. Pretende-se reavaliar o debate sobre o funcionalismo, o fisicalismo e o naturalismo biológico acerca da possibilidade da inteligência artificial forte à luz da questão sobre o estatuto ontológico da inteligência, da consciência e do livre-arbítrio.
Palavras-chave
   John Searle, funcionalismo, inteligência artificial, determinismo, fisicalismo
Público-Alvo
  
Situação
  Atividade COM RELATORIO FINAL
Contato
  
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